GC18WGD, de touperdido. N 39° 38.41? W 008° 45.55?
Foi a nossa segunda tentativa para dar com o Buraco Roto. Tal como supunhamos, da primeira vez, fruto de um evidente erro nas coordenadas, nem chegámos perto do local zero.
Desta feita, com bastante mais tempo para gastar e alguma persistência extra, lá alargámos o raio de busca até dar com a dita!
E se valeu a pena. É, sem qualquer dúvida, um local a implorar por uma exploração mais demorada. Não é fácil encontrar grutas tão acessíveis e convidativas.
Penso que voltaremos!
GC1974V, de VespaFriendsAlgarve. N 40° 05.36? W 008° 52.56?
Esta foi a última da tarde dedicada às caches da região, feitas na companhia do karakapa e da família Silva.
Não teve grande história, embora nos tenha obrigado a andar um pouco de rabo para o ar até darmos com a dita.
A persistência acabou por dar os seus frutos!…
GC1FEGP, de diogosergio. N 40° 03.92? W 008° 50.36?
Feita na companhia do karakapa e da família Silva. A maioria dos membros do nosso grupo já conhecia esta fonte, pelo que este foi um passeio de recordações.
Apesar dos graffitis abundantes, nota-se que o local é relativamente bem estimado…
Encontrar a cache não foi problema, mas logo depois começaram a chegar pessoas com dezenas de garrafões para encher, pelo que voltar a escondê-la revelou-se um bocado mais complicado.
Com alguma arte, lá a voltámos a meter no lugar!
GC1FEHG, de diogosergio. N 40° 04.26? W 008° 49.27?
Esta é uma daquelas fontes pitorescas que, caindo em desuso, correm o risco de desaparecer para sempre caso não sejam tomadas medidas para as preservar.
A cache ainda deu alguma luta, principalmente porque não bastava “olhar” – foi preciso apalpar!
Com o karakapa e a família Silva.
GC1FEFX, de diogosergio. N 40° 04.42? W 008° 48.20?
Mais um, dos muitos locais a que não chegaríamos sem o Geocaching. Na realidade, passando na estrada ao lado da cache, a um par de metros da mesma, nem sequer víamos a fonte. Foi preciso sair do carro e abrir os olhos!
O local é muito fresco e agradável, convidando a uns belos momentos de namoro num dos seus muitos recantos.
A procura da cache não teve história. Feita na companhia do karakapa e da família Silva.