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D. FUAS (Nazaré)

Não encontrámos em 27 de Junho de 2004. Por Chocolate / Sem comentários »

GCJ97T, de dinkye. N 39° 35.58? W 009° 03.12?

Esta multicache leva-nos a visitar alguns dos mais emblemáticos locais da Nazaré. Infelizmente, não passámos do primeiro!

Já antes tínhamos visitado o monte de S. Brás, pelo que estávamos plenamente conscientes da dificuldade da subida. Apesar de tudo, a beleza do local e a vontade de fazer mais uma cache, são motivos mais que suficientes para pôr os pés a caminho!

Posto de vigia no monte de S. Brás

Chegando ao topo, a paisagem que avistamos é de uma beleza indescritível.

Vista deliciosa

Lamentavelmente, a pequena ermida que se ergue no topo do monte parece encontrar-se meio abandonada e com indícios de algum vandalismo… Mas quem se dá ao trabalho de percorrer um caminho como este apenas com a intenção de destruir?!

Como já conhecíamos o local, assim que recuperámos o fôlego (e dada a dureza da subida, ainda é coisa para uns quinze minutos!), iniciámos a busca daquela que seria a primeira microcache. Em vão.

Nazaré

Descobrimos mais tarde, que o vigilante da Torre retirou a micro do local onde se encontrava por desconfiar do que seria. Desconhecemos se o fez antes ou depois de a termos procurado, mas é certo que enquanto por lá andámos, não tirou os olhos de nós…

Voltaremos noutra altura para terminar esta. Por agora, fica-nos atravessada. :)

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Cister Sight [Alcobaça]

Encontrámos em 27 de Junho de 2004. Por Chocolate / Sem comentários »

GCHN5C, de Tetra. N 39° 33.01? W 008° 58.92?

Numa cidade que se pode orgulhar de ter um dos mais grandiosos monumentos nacionais, é relativamente fácil cair na tentação de menosprezar os restantes, independentemente do seu valor ou interesse histórico.

Embora tenhamos visitado Alcobaça dezenas de vezes, se porventura reparámos no seu Castelo, ignorá-mo-lo. Afinal de contas, o Mosteiro é para outro lado!

Rua e Castelo de Alcobaça

Esta cache, no entanto, fez-nos virar as costas ao Mosteiro e subir até lá. A caminhada, num dia de Verão como o que encontrámos, não é propriamente fácil, mas a vista que vamos tendo da cidade e do Mosteiro, compensam o esforço.

Alcobaça e o seu Mosteiro

Do Castelo propriamente dito, nada resta para além de algumas paredes que teimam em manter-se de pé, oitocentos anos após terem sido erguidas… Conhecendo a história de Alcobaça, e o poder que o Mosteiro exercia sobre toda a região, facilmente se compreende o papel muito secundário que este Castelo terá desempenhado. Daí, certamente, a sua decadência e ruína…

Parede do Castelo de Alcobaça

Na nossa busca pela cache descobrimos, numa das paredes do castelo, um ninho com dois ovos e um passarinho minúsculo. Quanto ao nosso objectivo, não foi propriamente fácil de encontrar, mas com alguma perseverança, lá demos com ela!

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Convent of the Storks

Encontrámos em 26 de Junho de 2004. Por Chocolate / 2 comentários »

GC57A6 de rifkindsss. N 40° 02.75? W 008° 46.94?

Por esse Portugal fora existe uma miríade de monumentos, testemunhos do passado que nos fazem lembrar tempos de grandiosidade e de riqueza.

Talvez seja inevitável que num país tão rico de história como é o nosso, alguns deste edifícios, acabem por seguir um rumo de decadência, degradação e esquecimento. Inevitável, mas vergonhoso!

Esta cache, leva-nos ao Convento de Seiça, mandado erigir por D. Afonso Henriques, e destruído por nós, que lhe virámos as costas.

Convento de Seiça

A primeira impressão, quando avistamos o edifício ao longe, isolado e abandonado entre o matagal, é que descobrimos uma daquelas casas assombradas de que nos devemos manter o mais longe possível! Um olhar mais atento, começa então a revelar os pormenores de riqueza e sumptuosidade desta obra monumental, agora em ruínas. A sensação que nos invade então, não é de medo, mas de uma profunda tristeza…

Convento de Seiça

A Natureza reclama para si aquilo que o homem abandonou, e entre as árvores que agora crescem no topo do edifício, um grupo de cegonhas encontrou também a sua casa.

A cache foi encontrada com relativa facilidade e feitas a trocas e o log da praxe, apressa-mo-nos a abandonar o local que, talvez devido ao adiantado da hora, nos começa a causar arrepios…

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The Bear Treasure

Encontrámos em 20 de Junho de 2004. Por Chocolate / 2 comentários »

GC4B0D, de GreenShades. N 39° 59.51? W 008° 54.88?

O Pinhal de Leiria, é um daqueles lugares mágicos que povoa o nosso imaginário desde a infância. Sendo atravessado por uma generosa rede de estradas, é relativamente fácil conhecê-lo na sua imensa globalidade. Já os seus recantos sombrios, os cursos de água e as árvores notáveis, facilmente escapam a um olhar mais apressado.

Este cache leva-nos ao limite norte desta floresta, na Mata do Urso, junto à praia do Osso da Baleia.

Após o estacionamento do automóvel, temos pela frente uma valente caminhada pelos aceiros da Mata adentro, subindo e descendo as dunas, sempre acompanhados pelo suave sussurrar do mar, ali tão perto…

Pinhal de Leiria

Os aceiros dão lugar ao Pinhal propriamente dito, quando finalmente o GPSr nos incita a penetrar na vegetação. A sombra dos pinheiros vem mesmo a calhar neste quente dia de Junho, e é com agrado que descobrimos este recanto da Mata, onde certamente poucos pés humanos terão pisado antes.

Espalhados pelo chão como se de alcatifa se tratasse, ou cobrindo totalmente algumas árvores, encontramos uma profusão de líquenes, que apenas atestam a antiguidade e confirmam a beleza desta floresta.

Líquenes por todo o lado!

Aqui e ali, numa curva do caminho ou no cimo de um cabeço, o Oceano revela-se-nos, acrescentando mais uma nota de encanto a um local que, já por si, nos parece mágico.

O oceano ao fundo…

Finalmente o nosso objectivo encontra-se a escassos metros. Não foi preciso insistir muito na busca, pois a enorme cache estava mesmo a espreitar-nos. Na verdade, tão poucos olhos humanos verão este local que não devem ser necessárias precauções extra.

A cache, pelo seu tamanho, pelo seu conteúdo e pela informação que disponibiliza, não desaponta. Aliar-lhe um passeio como o que nos ofereceu, é como a cereja no topo do bolo!

No regresso, optamos por tomar o caminho da praia, experimentando uma nova paisagem. Tal como o passeio pelo Pinhal, este revelou-nos também os seus encantos.

GNR a cavalo na Praia do Osso da Baleia

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A Batalha de Pluriel

Não encontrámos em 20 de Junho de 2004. Por Chocolate / 2 comentários »

GCGC2Y, de Rechena. N 39° 39.60? W 008° 49.64?

Entusiasmados com a descoberta deste novo hobbie que parece ter os ingredientes necessários para se tornar um vício, partimos à descoberta de uma das caches mais perto de casa.

A Batalha de Pluriel, situa-se nas proximidades do Mosteiro da Batalha, numa zona cheia de história e que já conhecíamos muito bem.

D. Nuno Álvares Pereira

Mosteiro da Batalha

A aproximação à cache é um pouco complicada, pois após o estacionamento junto ao Mosteiro, o GPSr parece obrigar-nos a atravessar uma estrada nacional muito movimentada. Optámos, no entanto, pela via segura, dando uma volta um pouco maior.

Já do lado correcto da estrada, a aproximação ao ponto zero não tem grande história.

Entretanto, chegando ao local, as coisas parecem começar a complicar. A vegetação adensa-se, o sinal de satélite enfraquece e parece haver 1001 lugares onde a cache poderia estar.

Alguns minutos depois de iniciarmos a busca, encontramos uma série de papéis e pequenos objectos espalhados pelo chão. “Foi vandalizada”, foi o nosso primeiro pensamento. Afinal não. Tratava-se de uma carteira roubada e ali abandonada. E logo ao lado, o que encontramos? A cache?! Não: outra carteira!

Os minutos vão passando, os lugares a procurar vão escasseando, e da cache nem sinal. Desanimados com este fraco começo de actividade, optamos por desistir desta primeira caçada.

Levámos as carteiras ao posto da GNR da localidade, e para evitar demasiadas explicações, dizemos tê-las encontrado no jardim do Mosteiro.

Ao cair da noite, recebemos um telefonema de agradecimento da proprietária de uma das carteiras. Afinal, a nossa primeira caçada não foi totalmente em vão!

[Actualização: Encontrada em 17.10.2004]