GC145BN, de McPenha. N 39° 23.97? W 009° 11.87?
A Vista para a Aberta, deu-nos a possibilidade de apreciar mais uma vista sobre a Lagoa de Óbidos.
Situada junto a um simpático parque de merendas, esta cache foi facilmente encontrada, e proporcionou-nos algumas boas fotografias.



Trata-se, sem dúvida, de um local que nos convida a um piquenique com os amigos ou a família. Voltaremos, certamente!
GC145CT, de McPenha. N 39° 23.97? W 009° 11.20?
A Lagoa de Óbidos é a única que resta das três grandes lagoas que existiram na região Oeste:
- A Lagoa da Pederneira, que desaguava na zona da Nazaré. Era navegável até Alcobaça e foi-se extinguindo lentamente até ao século XVII, altura em que desapareceu por completo.
- A Lagoa de Alfeizerão era navegável desde o mar em S. Martinho até Tornada, tendo existido um porto de mar em Alfeizerão. Hoje resta a concha de S. Martinho do Porto.
- A Lagoa de Óbidos chegou a ser 8 a 10 vezes maior que na actualidade, estendendo-se pela área delimitada pelas seguintes localidades: Foz do Arelho, Columbeira, Óbidos e Caldas da Rainha.
(retirado do texto original da cache)
Obviamente, também a Lagoa de Óbidos está em risco. Mas enquanto esperamos pelo futuro, podemos usufruir daquela que é a maior lagoa de Portugal Continental!

A pesca e os desportos aquáticos são possivelmente os principais atractivos da lagoa. A nós, porém, interessa-nos a sua potencialidade como local de observação da Natureza!
A cache leva-nos junto a uma torre de observação de aves, e apesar de não termos levado o equipamento adequado para o efeito, avistámos largas dezenas, de várias espécies diferentes.

Não são apenas as aves que procuram o a lagoa. Há um sem número de insectos, répteis e anfíbios que elegeram este espaço como sua moradia.
Um paraíso, para os fotógrafos ou simples amantes da Natureza.

Nunca tínhamos visitado este braço da lagoa, e ficámos encantados. Voltaremos certamente, equipados a rigor para usufruir deste recanto a 100%.
GCPD6D, de HDV. N 39° 21.38? W 009° 23.84?
A geografia da Península de Peniche, recortada por uma série de cavidades naturais, fez com que esta zona fosse ocupada pelos nossos antepassados desde tempos imemoriais.
A Gruta da Furninha, é uma destas cavidades, ocupada desde o Paleolítico Médio, pelo Homo neandertalensis e pelo Homo sapiens.
Infelizmente, na altura em que passámos neste local, havia demasiada gente na zona, pelo que reservamos uma visita à gruta para nova oportunidade.

A cache, no entanto, está situada a algumas centenas de metros, num recanto bem mais sossegado. Após uma pequena caminhada pela falésia, chegamos ao local, onde umas escadinhas levam, sem dificuldades de maior até ao nosso objectivo.
GCX69C, de manchanegra. N 39° 22.47? W 009° 22.71?
Toda a nossa costa é rica em locais de uma beleza paisagística única. A península de Peniche, em particular, tem alguns recantos que valem cada passada dada para uma visita.

Esta cache, leva-nos precisamente a um desses lugares, a península da Papoa.
A visita a esta península é bastante acessível, e o que ganhamos em paisagem, compensa bem a saída do carro e a pequena caminhada!

De facto, encontramos vários turistas a visitar o local, que para além da sua beleza natural, não tem nada de assinalável a visitar.
Embora tenha histórias para contar. Como a do naufrágio do San Pedro de Alcantara, que nos conta a cache.

Embora já conhecêssemos esta pequena península, nunca tínhamos ido ao local exacto da cache. Foi fácil de encontrar e valeu cada metro percorrido!
GCW5H3, de manchanegra. N 39° 22.37? W 009° 20.48?
Sejamos sinceros: a praia não nos atrai. Se lhe juntarmos algumas centenas de pessoas semi-nuas escarrapachadas ao sol, então é certo que fugiremos da zona como o diabo da cruz!
Temos, no entanto, algumas belas praias no nosso país. Belas pela paisagem natural só por si, e não pelas suas propriedades turísticas, bem entendido!
O Baleal é, inegavelmente, uma delas. Não fossem os veraneantes, e era um local em que daria gozo ir dar um passeio - sem escaldões, bronzeados ou areia nas partes intimas!
Só uma cache nos teria feito visitar este local em pleno Verão, mas uma vez que estávamos por perto, tinha mesmo que ser!

Apesar de bastante acessível, a cache está num local relativamente reservado. Condição essencial para a sua sobrevivência ao ataque de muggles que esta zona sofre durante o Verão…
