GCQXCZ, de G@tos. N 38° 03.46? W 008° 49.17?
Esta, é uma zona da nossa costa que ainda não conhecíamos. Esta cache veio ajudar-nos a eliminar essa falha!
É, sem dúvida, um litoral diferente daquele que conhecemos melhor. Não vamos aqui dizer qual é melhor ou pior, porque não é o local e, além disso, gostos não se discutem!
Em relação à cache, não houve grade dificuldade, para além da pequena caminhada pelas dunas.
GCN9EN, de clcortez. N 38° 00.88? W 008° 41.90?
Foi a nossa primeira visita a Santigo do Cacém. Não podíamos deixar de visitar o seu castelo e respectiva cache!
O castelo parece bem estimado e gostámos. Aquele cemitério, no entanto, fica ali um bocado estranho…
Por outro lado, tem algumas sepulturas antiquissimas e muito interessantes. Nunca tínhamos visto campas de verdadeiros cavaleiros da Ordem de Cristo!
A sugestão da cache de seguir as escadas é que acabou por nos baralhar. Acabámos por seguir antes em direcção ao ponto zero e saltar até lá. Funcionou!
GC19PCM, de Coruja. N 41° 34.32? W 006° 53.30?
De regresso a Sul, após uma breve estadia por terras transmontanas, tempo ainda para uma paragem no Parque do Azibo.
Em boa hora decidimos faze “mais uma”!
Esta albufeira oferece-nos uma paisagem algo diferente das barragens a que estamos habituados. Talvez pareça menos artificial?
A chegada à cache não foi fácil, com um par de muggles camarários a trabalhar no local (isto é, um trabalhava, outro supervisionava). Conseguimos agarrar a cache, mas voltar a colocá-la no sítio foi um sarilho. Enquanto esperávamos que os tipos se fossem embora, decidimos experimentar um dos trilhos que parte daquela zona em direcção à mancha de água.
Ena, que surpresa. É raro encontrarem-se percursos tão bem tratados e com um interesse paisagístico deste nível. Cinco estrelas!
Entretanto o percurso começou a revelar-se mais longo do que esperávamos e optámos por voltar para trás. A subida não é fácil! Para uma cache drive-in, acabámos por lhe elevar bastante o nível de dificuldade.
De reegresso ao ponto zero, os tipos ainda se mantinham por perto, mas lá conseguimos repôr a cache enquanto eles estavam distraidos.
GCZWE8, de danieloliveira. N 41° 47.32? W 006° 53.58?
Apesar do percurso até esta cache não ser muito longo, é uma caminhada árdua debaixo do quente Sol de Outubro.
Se o caminho até ao ponto zero é de interesse apenas para geologistas (:P), já nas imediações da cache, a paisagem oferecida pelo curso do Alimonde é de uma beleza que todos podem apreciar.
A antiga estrada romana, ali perdida entre a vegetação, dá um ar um pouco surreal à cena campestre. Imaginar os cavalos romanos a percorrer estes montes e vales a toda a velocidade, exige muito da nossa imaginação! E no entanto, para o provar, ali estão as lages desgastadas pela passagem de incontáveis carroças.
Impressionante.
Um último pormenor: foi a nossa 200ª cache encontrada!
GCZWEK, de danieloliveira. N 41° 46.46? W 006° 53.90?
Apesar de já em tempos nos termos perdido nesta zona, desconhecíamos por completo a existência desta velha mina.
Faz-nos imaginar como seria o ambiente de industria ali vivido, num ambiente que é agora totalmente rural.
Chegámos à cache com facilidade.