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LC2- Santuario da Nossa Senhora da Luz - Alcobaça

Encontrámos em 15 de Agosto de 2008. Por Chocolate / Sem comentários »

GC17CYN, de Larke&Calcopirite. N 39° 35.23? W 008° 56.06?

Ora aqui está uma cache que consegue reunir algumas das características que fazem deste um hobbie de eleição.

Primeiro, descobrir que o Larke se juntou a esta actividade, é uma óptima surpresa. Ainda para mais, quando é o segundo Eterno, no prazo de poucos dias, que reencontramos por aqui (o primeiro foi o MrWho). Bem-vindos!

Depois, a cache em si, é exactamente o que esperamos duma cache. Um local que nos era totalmente desconhecido, isolado, com uma história e uma arquitectura que valem bem a visita.

(Só é pena aquela extracção de barro(?) ali ao lado. Esperamos que a história resista ao poder económico…

Obrigado por nos fazerem vir aqui!

Encontrada sem qualquer dificuldade, na companhia do Talesmith.

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PX2- The monks’ first house.

Não encontrámos em 15 de Agosto de 2008. Por Chocolate / Sem comentários »

GC15RN8, de papoilix. N 39° 33.05? W 008° 58.69?

Cá esta mais um pequeno recanto da cidade de Alcobaça que não conhecíamos. Para além da Igreja, que não visitámos por estar fechada, gostámos muito do sossego do pequeno Largo!

A cache, infelizmente, não quis nada connosco. A passagem intermitente de alguns muggles pelo local não ajudou, é certo - mas não é desculpa. A verdade é que, a estar lá a cache, fomos ceguetas ou azelhas!

Voltaremos, certamente.

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Termas da Piedade [ Alcobaça]

Encontrámos em 15 de Agosto de 2008. Por Chocolate / Sem comentários »

GC15536, de dakidali. N 39° 34.20? W 009° 00.04?

Em tempos tínhamos considerado a possibilidade de colocar uma cache neste local, pelo que as Termas da Piedade não nos são propriamente estranhas!

Acabámos por desistir dessa ideia, e pouco depois a dakidali já lá tinha uma. Ainda demorou, no entanto, até passarmos por cá.

Na companhia do Talesmith, lá atacámos esta. Não demorou mais que dois minutos a chegar às nossas mãos. A dificuldade maior foi tirá-la e metê-la do seu esconderijo entre a passagem dos carros…

A destacar ainda as fantásticas plantações de pêras ali ao lado, a rirem-se para nós de forma desavergonhada…

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PX1- Praia da Falca

Encontrámos em 25 de Abril de 2008. Por Chocolate / Sem comentários »

GC15QX7, de papoilix. N 39° 38.88? W 009° 04.25?

A Praia da Falca já era nossa conhecida. Talvez por isso, descurámos o trabalho de casa, e fomos fazer esta cache um pouco de cabeça no ar.

Isto é canja!

Pois, até seria, mas lamentavelmente as coisas começaram a correr mal logo de inicio!

“Lamentavelmente” é uma palavra demasiado forte: a verdade é que nos divertimos bastante.

Estacionámos, inadvertidamente, na praia ao lado, e iniciámos a dolorosa descida para o areal, pelo meio de um matagal, convencidos que depois de tudo aquilo, seria canja!

Uma vez na praia, começámos então a perceber que algo teria falhado… Uma caminhada daquelas não estava de acordo com o grau de dificuldade da cache. Mas já estávamos ali, não faria sentido voltar para trás.

Depois de uma grande caminhada, o GPS parecia apontar para um local promissor. Ao chegarmos perto, demos de caras com um muggle nudista - este não teria a cache com ele, isso é certo.

Precisámos fazer uma longa espera até que o indivíduo abandonasse o local. Para nada. Percebemos depois que a cache não se encontrava ali.

A nossa caminhada continuou. Então, demos conta, finalmente, que nem teria sido preciso descer à praia - a cache está lá em cima. Subimos, subimos, subimos…

Depois da longa caminhada, encontramos a cache. Sem dificuldades.

Voltar ao carro? Pois, ele está mesmo ali, na linha de visão. Mas para lhe chegar, espera-nos uma caminhada de km, em redor de um vale. Auch! Doeu um bocadinho! :D

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ALCOA PASSA … POR ALCOBAÇA

Encontrámos em 18 de Agosto de 2007. Por Chocolate / Sem comentários »

GC11TK4, de NSilva & Gorete. N 39° 32.21? W 008° 56.45?

O rio Alcoa, que após se juntar ao Baça, atravessa a cidade a quem dão o nome, nasce em Chiqueda. É a este local que esta cache nos leva.

Vertentes

O agradável percurso pelas margens deste rio, agora quase sem água, é bastante agradável. Daqui podemos admirar as vertentes deste delicioso vale, que apesar da proximidade da civilização, nos parece transportar para longe!

Poço Suão

Junto às coordenadas da micro-cache inicial, a surpresa do Poço Suão, nascente do Alcoa.

A cache final encontra-se já no caminho de regresso, numa zona que apesar de menos “selvagem”, não deixa de ter o seu encanto!

A guardar este tesouro, encontramos uma fêmea de Lucanus cervus, o maior coleóptero de Portugal, que me fez lamentar não ter levado a objectiva macro…

Lucanus cervus