2

A Batalha de Pluriel

Encontrámos em 17 de Outubro de 2004. Por Chocolate / 2 comentários »

GCGC2Y, de Rechena. N 39° 39.60? W 008° 49.64?

O regresso à nossa primeira cache e primeiro not found.

Ainda deu luta! Num terreno particularmente espinhoso, com fraca recepção satélite e muito pouco convidativo, parece que acabámos por encontrá-la por milagre!

Mosteiro da Batalha

0

Batalha de Aljubarrota

Encontrámos em 5 de Outubro de 2004. Por Chocolate / Sem comentários »

GCKQDM, de olharapo. N 39° 33.98? W 008° 55.77?

Apesar da sua reputação, a pequena vila de Aljubarrota não era mais que um local de passagem nas nossas visitas a Alcobaça. A colocação desta cache, veio finalmente corrigir a nossa falha, obrigando-nos a visitar as suas ruas e a relembrar a história da Batalha que os nossos antepassados aqui travaram.

Azulejo em Aljubarrota

Azulejo em Aljubarrota

Depois da visita à Vila, a cache leva-nos a conhecer o campo militar, o verdadeiro palco da Batalha!

Cavaleiros

Este é um daqueles lugares para onde já havíamos agendado uma visita desde há imenso tempo, mas foi preciso ali chegar o GC para finalmente nos decidirmos!

Cavaleiros

Apesar das suas várias etapas, cada uma com as suas dificuldades, após alguma persistência, a cache lá apareceu!

2

A Batalha de Pluriel

Não encontrámos em 20 de Junho de 2004. Por Chocolate / 2 comentários »

GCGC2Y, de Rechena. N 39° 39.60? W 008° 49.64?

Entusiasmados com a descoberta deste novo hobbie que parece ter os ingredientes necessários para se tornar um vício, partimos à descoberta de uma das caches mais perto de casa.

A Batalha de Pluriel, situa-se nas proximidades do Mosteiro da Batalha, numa zona cheia de história e que já conhecíamos muito bem.

D. Nuno Álvares Pereira

Mosteiro da Batalha

A aproximação à cache é um pouco complicada, pois após o estacionamento junto ao Mosteiro, o GPSr parece obrigar-nos a atravessar uma estrada nacional muito movimentada. Optámos, no entanto, pela via segura, dando uma volta um pouco maior.

Já do lado correcto da estrada, a aproximação ao ponto zero não tem grande história.

Entretanto, chegando ao local, as coisas parecem começar a complicar. A vegetação adensa-se, o sinal de satélite enfraquece e parece haver 1001 lugares onde a cache poderia estar.

Alguns minutos depois de iniciarmos a busca, encontramos uma série de papéis e pequenos objectos espalhados pelo chão. “Foi vandalizada”, foi o nosso primeiro pensamento. Afinal não. Tratava-se de uma carteira roubada e ali abandonada. E logo ao lado, o que encontramos? A cache?! Não: outra carteira!

Os minutos vão passando, os lugares a procurar vão escasseando, e da cache nem sinal. Desanimados com este fraco começo de actividade, optamos por desistir desta primeira caçada.

Levámos as carteiras ao posto da GNR da localidade, e para evitar demasiadas explicações, dizemos tê-las encontrado no jardim do Mosteiro.

Ao cair da noite, recebemos um telefonema de agradecimento da proprietária de uma das carteiras. Afinal, a nossa primeira caçada não foi totalmente em vão!

[Actualização: Encontrada em 17.10.2004]