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“DOIS VINTE CINCO” [MACEIRA]

Encontrámos em 7 de Setembro de 2008. Por Chocolate / Sem comentários »

GC19206, de um-dois-três. N 39° 41.04? W 008° 53.11?

O enigma que constitui esta cache já tinha sido resolvido há algumas semanas, de forma a que, surgindo a oportunidade de passar pelo local, não fosse necessário perder mais tempo.

A oportunidade surgiu hoje.

Este é um daqueles locais que, de passagem, pensamos sempre visitar um dia, mas vamos adiando sempre, muito por culpa da escadaria que lhe dá acesso! :D

O geocaching, uma vez mais, a obrigar-nos a fazer coisas que, por comodismo, não fazemos habitualmente: subir e descer escadas!

Encontrada com facilidade, na companhia da família Takssista.

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The Gift in the Monastery

Encontrámos em 2 de Agosto de 2007. Por Chocolate / 2 comentários »

GC14TP6, de dakidali. N 39° 32.94? W 008° 58.78?

Como turistas, podemos visitar o mesmo local dezenas de vezes. Em cada uma delas, iremos ver as mesmas coisas, tirar as mesmas fotografias, ouvir as mesmas histórias, dar os mesmos passos. Outros ângulos e diferentes histórias, estão ao nosso alcance, mas como turistas, seguimos a multidão e somos insensíveis ao que foge das normas pré-estabelecidas.

Mosteiro de Alcobaça

Como geocachers, quebramos as regras, atrevemo-nos a ir mais longe e deixamo-nos surpreender pelo novo e inesperado.

Não temos a noção de quantas vezes visitámos o Mosteiro de Alcobaça, quer por dentro, quer por fora, de passagem ou mais demoradamente. Sempre como turistas…

Hoje, como geocachers. :)

Mosteiro de Alcobaça

A primeira parte desta multicache, leva-nos até uma zona bastante frequentada por muggles (os tais turistas). Durante algum tempo, sentimo-nos confundidos. Apesar de julgarmos saber onde ela deveria estar, não víamos nada!

Finalmente, após uma pequena pausa, uma nova tentativa levou-nos direitinhos ao lugar certo.

A cache final, faz-nos dar a volta ao mosteiro, e ali, longe do olhar de muggles e dos circuitos turísticos, encontramos um beleza tranquila e inesperada.

Finalmente, temos uma visão do mosteiro no seu todo, ao longo dos séculos, como igreja, convento, asilo, prisão, cemitério…

A beleza da Capela do Desterro, faz-nos interrogar o motivo porque não vão até ali as visitas…

Capela do Desterro

Até chegarmos ao local da cache, não encontramos vedações, portões ou cancelas. O acesso parece ser livre, e no entanto…

Parece-nos haver escavações arqueológicas, pedaços de terreno protegidos por plásticos. Escavações abandonadas? Falta de verba para prosseguir?

Logo ao lado, entre as inúmeras criptas do local, uma campa centenária, aberta, revela os restos mortais do seu infeliz ocupante. Este, sem direito a protecção da chuva e do sol, ali está, ao abandono, até que torne ao pó e seja levado pelo vento.

Campa aberta

Não podemos deixar de sentir que estamos a invadir um local proibido, mas como disse antes, nada nos impede de chegar até aqui.

Ficamos com a esperança de que também este espaço seja devidamente arranjado e dado a conhecer ao público. Certamente esses futuros visitantes, turistas, não o verão como o vimos hoje. Quase intocado, proibido, quase fazendo-nos crer que fomos os primeiros a passar por ali, depois do último monge ter partido…

Escadaria

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Vale de Seiça - Seiça Valley [Figueira da Foz]

Encontrámos em 30 de Julho de 2007. Por Chocolate / Sem comentários »

GCY1K8, de SP Team. N 40° 02.68? W 008° 47.13?

Este recanto de Seiça foi-nos apresentado pelo Convent of the Storks. Desde essa data que não voltávamos a este local. Desta vez, porém, o nosso objectivo não era o Convento (que continua ao abandono…), mas sim a Capela de Nossa Senhora de Seiça.

Apercebemo-nos, aquando da nossa primeira visita, da existência deste edifício, mas pela sua invulgar arquitectura, julgámos tratar-se de uma igreja moderna, e não lhe prestámos atenção.

Felizmente, esta cache veio esclarecer-nos!

Nossa Senhora de Seiça

Trata-se da única capela octogonal da Península Ibérica, e terá sido erigida em 850 pelo Abade João, tendo sido reconstruída pelos nossos primeiros reis. Esse velho edifício, entretanto, ruiu em 1590, tendo o actual sido construído em 1602.

Porta da capela

Infelizmente encontrava-se fechada aquando da nossa passagem, pelo que não tivemos oportunidade de ver o interior.

Capela de Nossa Senhora de Seiça

Pela sua invulgaridade, este é certamente um templo que merece um segundo olhar!

Após a visita à capela, esta multi-cache remete-nos para uma fonte próxima, onde encontramos a final. Foi uma questão de segundos! :)

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Serra de S. Miguel

Encontrámos em 26 de Julho de 2007. Por Chocolate / Sem comentários »

GC12K0D, de luis74. N 38° 55.94? W 007° 41.14?

A imensa paisagem Alentejana é de uma beleza inigualável no espaço Português. Uma beleza repetitiva, de extensos montados, olivais e prados até perder de vista. O viajante mais distraído, inevitavelmente, deixará escapar os pequenos pormenores. Aqueles que fazem de cada ponto no mapa, um local único.

Esta cache leva-nos à Serra de São Miguel, no concelho de Sousel.

Talvez a visão das terras Alentejanas seja o principal atractivo deste local. Não podemos, por um momento só, negar a beleza que se nos oferece à vista!

Paisagem Alentejana

Os pequenos pormenores, no entanto, são os que teimam em atrair o nosso olhar.

Aqui temos a mais antiga praça de touros do país. Apenas o respeito pela sua idade nos faz dar-lhe uma segunda olhadela, pois para qualquer outra, preferiríamos a demolição!

Logo ao lado, uma pequena, singela capela.

Capela

Pouco mais haveria para contar, não fosse a deliciosa inscrição ao cimo da porta:

InscriçãoMorre se queres viver
Pena se queres gozar
Baixa se queres subir
Perde se queres ganhar
Nada te tube (?)
Nada te espante
Tudo passa
Deus não se muda
A paciência tudo acaba
E só Deus basta
Ano 1758