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Chambres, Rooms e Quartes…[Nazaré]

Encontrámos em 15 de Fevereiro de 2009. Por Chocolate / Sem comentários »

GC16HQV, de dakidali. N 39° 36.27? W 009° 04.32?

Esta foi a última da tarde dedicada às caches da região, na companhia do Cristóvão e da Licinia.

Embora não tenha sido difícil, acabou por ser a mais penosa do dia. A idade já não perdoa, e se as escadas até se descem com alguma facilidade, já não dizemos o mesmo da subida! :P

A vista do local é, como já sabíamos, deslumbrante! :)

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Igreja da Misericórdia – Pederneira [ Nazaré]

Encontrámos em 17 de Janeiro de 2009. Por Chocolate / Sem comentários »

GC1CK8Z, de dakidali. N 39° 35.76? W 009° 03.89?

Esta era para ser a primeira do dia, mas quando chegámos ao local, estava a decorrer um funeral nas imediações e havia, por isso, uma pequena multidão junto ao ponto zero.

Depois de um curto raid pelas caches mais próximas, voltámos então à Igreja da Misericórdia. O GPS levou-nos direitinhos ao ponto zero mas, ou porque a pausa de alguns meses nos fez mal, ou porque esperávamos algo diferente, ainda demorámos um bom pedaço a dar com ela! Valeu a persistência!

A vista do local é, indiscutivelmente, espectacular!

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A Paz mora aqui – Edição II[ Nazaré]

Não encontrámos em 17 de Janeiro de 2009. Por Chocolate / Sem comentários »

GC17Y57, de dakidali. N 39° 35.47? W 009° 03.93?

É um local que nos oferece uma bela vista sobre a Nazaré, sem a confusão “lá de baixo”. Bonito.

A cache, não apareceu, apesar de sermos três a procurá-la… Fica para uma próxima!

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Termas da Piedade [ Alcobaça]

Encontrámos em 15 de Agosto de 2008. Por Chocolate / Sem comentários »

GC15536, de dakidali. N 39° 34.20? W 009° 00.04?

Em tempos tínhamos considerado a possibilidade de colocar uma cache neste local, pelo que as Termas da Piedade não nos são propriamente estranhas!

Acabámos por desistir dessa ideia, e pouco depois a dakidali já lá tinha uma. Ainda demorou, no entanto, até passarmos por cá.

Na companhia do Talesmith, lá atacámos esta. Não demorou mais que dois minutos a chegar às nossas mãos. A dificuldade maior foi tirá-la e metê-la do seu esconderijo entre a passagem dos carros…

A destacar ainda as fantásticas plantações de pêras ali ao lado, a rirem-se para nós de forma desavergonhada…

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The Gift in the Monastery

Encontrámos em 2 de Agosto de 2007. Por Chocolate / 2 comentários »

GC14TP6, de dakidali. N 39° 32.94? W 008° 58.78?

Como turistas, podemos visitar o mesmo local dezenas de vezes. Em cada uma delas, iremos ver as mesmas coisas, tirar as mesmas fotografias, ouvir as mesmas histórias, dar os mesmos passos. Outros ângulos e diferentes histórias, estão ao nosso alcance, mas como turistas, seguimos a multidão e somos insensíveis ao que foge das normas pré-estabelecidas.

Mosteiro de Alcobaça

Como geocachers, quebramos as regras, atrevemo-nos a ir mais longe e deixamo-nos surpreender pelo novo e inesperado.

Não temos a noção de quantas vezes visitámos o Mosteiro de Alcobaça, quer por dentro, quer por fora, de passagem ou mais demoradamente. Sempre como turistas…

Hoje, como geocachers. :)

Mosteiro de Alcobaça

A primeira parte desta multicache, leva-nos até uma zona bastante frequentada por muggles (os tais turistas). Durante algum tempo, sentimo-nos confundidos. Apesar de julgarmos saber onde ela deveria estar, não víamos nada!

Finalmente, após uma pequena pausa, uma nova tentativa levou-nos direitinhos ao lugar certo.

A cache final, faz-nos dar a volta ao mosteiro, e ali, longe do olhar de muggles e dos circuitos turísticos, encontramos um beleza tranquila e inesperada.

Finalmente, temos uma visão do mosteiro no seu todo, ao longo dos séculos, como igreja, convento, asilo, prisão, cemitério…

A beleza da Capela do Desterro, faz-nos interrogar o motivo porque não vão até ali as visitas…

Capela do Desterro

Até chegarmos ao local da cache, não encontramos vedações, portões ou cancelas. O acesso parece ser livre, e no entanto…

Parece-nos haver escavações arqueológicas, pedaços de terreno protegidos por plásticos. Escavações abandonadas? Falta de verba para prosseguir?

Logo ao lado, entre as inúmeras criptas do local, uma campa centenária, aberta, revela os restos mortais do seu infeliz ocupante. Este, sem direito a protecção da chuva e do sol, ali está, ao abandono, até que torne ao pó e seja levado pelo vento.

Campa aberta

Não podemos deixar de sentir que estamos a invadir um local proibido, mas como disse antes, nada nos impede de chegar até aqui.

Ficamos com a esperança de que também este espaço seja devidamente arranjado e dado a conhecer ao público. Certamente esses futuros visitantes, turistas, não o verão como o vimos hoje. Quase intocado, proibido, quase fazendo-nos crer que fomos os primeiros a passar por ali, depois do último monge ter partido…

Escadaria