GC18WGD, de touperdido. N 39° 38.41? W 008° 45.55?
Foi a nossa segunda tentativa para dar com o Buraco Roto. Tal como supunhamos, da primeira vez, fruto de um evidente erro nas coordenadas, nem chegámos perto do local zero.
Desta feita, com bastante mais tempo para gastar e alguma persistência extra, lá alargámos o raio de busca até dar com a dita!
E se valeu a pena. É, sem qualquer dúvida, um local a implorar por uma exploração mais demorada. Não é fácil encontrar grutas tão acessíveis e convidativas.
Penso que voltaremos!
GC16992, de Lancenorte. N 39° 36.37? W 009° 05.02?
Apesar de conhecermos o farol, nunca nos tínhamos aventurado por estes caminhos. Daí que, desde que surgiu esta cache, nos tem andado na todo list. Desta não escapou!
Na companhia do Cristóvão e da Licinia, lá nos metemos a caminho, que nesta altura, por sinal, está um pouco enlameado.
No ponto zero, surgiram algumas dificuldades pois estávamos à espera de outra coisa. Depois de mudar a táctica, no entanto, ela lá apareceu!
A estrutura que dá o nome à cache, vale bem uma visita! Não é algo muito comum na região.
GCPD6D, de HDV. N 39° 21.38? W 009° 23.84?
A geografia da Península de Peniche, recortada por uma série de cavidades naturais, fez com que esta zona fosse ocupada pelos nossos antepassados desde tempos imemoriais.
A Gruta da Furninha, é uma destas cavidades, ocupada desde o Paleolítico Médio, pelo Homo neandertalensis e pelo Homo sapiens.
Infelizmente, na altura em que passámos neste local, havia demasiada gente na zona, pelo que reservamos uma visita à gruta para nova oportunidade.

A cache, no entanto, está situada a algumas centenas de metros, num recanto bem mais sossegado. Após uma pequena caminhada pela falésia, chegamos ao local, onde umas escadinhas levam, sem dificuldades de maior até ao nosso objectivo.