GC1FM4Q, de um-dois-três. N 39° 45.90? W 008° 56.28?
Embora soubéssemos da existência deste local, e até conhecêssemos um pouco da sua história, a verdade é que nunca o tínhamos visitado…
O aparecimento desta cache, veio colmatar essa grave falha.
Entristece-nos, no entanto, encontrar este pedaço de história neste estado de degradação. A Marinha Grande não tem assim tantos monumentos, a ponto de se poder dar ao luxo de descurar de tal forma os que lhe restam.
É certo que a história da actividade industrial e as ruínas de fábricas centenárias não são muito apelativas. Ficamos, porém, com a sensação de que a recuperação deste espaço poderia inverter esse desinteresse…
A cache apareceu sem grande dificuldades, mas mais uma vez, o FTF escapou-nos por pouco!
Na companhia do karakapa.
GC1FCC0, de antalves. N 39° 49.11? W 008° 59.92?
Já conhecíamos a zona Samouco de outras aventuras (piqueniques!), mas ficámos agradavelmente surpreendidos com as melhorias realizadas no local, nomeadamente a instalação de corrimões para protecção das dunas e de passadiços de madeira.
Igualmente surpreendidos - não tão positivamente, com a quantidade de pessoas que se preparavam para passar a noite no local, fazendo campismo selvagem. Sai mais barato, é certo, mas…!
Embora, uma vez mais, fossemos em busca do FTF, fomos batidos por pouco, muito pouco. Ainda apanhamos a equipa “rival” a abandonar o local!
GC16W2X, de touperdido. N 39° 46.85? W 009° 01.25?
Já conhecíamos esta praia, como é óbvio - até temos ali uma cache vizinha.
Como hoje foi um dia de praia bastante concorrido, guardámos esta para o fim, quando a multidão começa a abandonar o local.
Só precisámos de uns minutos até que uma família vinda do areal acabasse de sacudir a areia dos pés, mesmo por cima da cache!
Assim que eles se foram, deitámos as mãos à dita, sem qualquer dificuldade.
GC1C1GD, de CampsField & OvisAries. N 39° 46.33? W 008° 59.85?
Várias vezes tínhamos passado por esta plantação de pinheiros mansos e até, se a memória não me falha, por aqui parámos uma ou outra vez.
Estas árvores dão, efectivamente, outro ar à mata. Quebram a monotonia. Além disso, dão saborosos pinhões! Por tudo isso, este é, sem qualquer dúvida, um local merecedor desta cache.
A chegada ao ponto zero, embora não seja exageradamente díficil, também não é propriamente fácil! A busca, num terreno com este declive, é sempre algo problemática. Com algum bom senso, no entanto, a cache até acabou de aparecer com alguma facilidade!
GC1C1EE de CampsField & OvisAries. N 39° 45.24? W 008° 58.74?
Depois de alguns meses de ausência, escolhemos uma cache bem perto de casa e sem grande dificuldade para o nosso regresso.
Já conhecíamos a Ponte do P e o gps não seria necessário para chegar até lá.
Uma vez no local, a fraca recepção leva-nos a tentar seguir a intuição e não propriamente o aparelho. Depois de umas subidas e descidas, o local, mais ou menos óbvio, acabou por se revelar!