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The Big Top (Circo de Sanabria) - DP/EC6

Encontrámos em 29 de Setembro de 2008. Por Chocolate / Sem comentários »

GC105AP, de DanielOliveira. N 42° 08.12? W 006° 43.22?

Que fantástico mosteiro viemos encontrar em San Martín de Castañeda. Tinham bom gosto os monges - com uma paisagem destas, dá bem vontade de morar na zona! :)

Não houve tempo para visitar o Centro de Interpretacion, pois havia outras caçadas à nossa espera, e infelizmente o mosteiro estava fechada. Mas é local que merece bem uma visita mais demorada.

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The Gift in the Monastery

Encontrámos em 2 de Agosto de 2007. Por Chocolate / 2 comentários »

GC14TP6, de dakidali. N 39° 32.94? W 008° 58.78?

Como turistas, podemos visitar o mesmo local dezenas de vezes. Em cada uma delas, iremos ver as mesmas coisas, tirar as mesmas fotografias, ouvir as mesmas histórias, dar os mesmos passos. Outros ângulos e diferentes histórias, estão ao nosso alcance, mas como turistas, seguimos a multidão e somos insensíveis ao que foge das normas pré-estabelecidas.

Mosteiro de Alcobaça

Como geocachers, quebramos as regras, atrevemo-nos a ir mais longe e deixamo-nos surpreender pelo novo e inesperado.

Não temos a noção de quantas vezes visitámos o Mosteiro de Alcobaça, quer por dentro, quer por fora, de passagem ou mais demoradamente. Sempre como turistas…

Hoje, como geocachers. :)

Mosteiro de Alcobaça

A primeira parte desta multicache, leva-nos até uma zona bastante frequentada por muggles (os tais turistas). Durante algum tempo, sentimo-nos confundidos. Apesar de julgarmos saber onde ela deveria estar, não víamos nada!

Finalmente, após uma pequena pausa, uma nova tentativa levou-nos direitinhos ao lugar certo.

A cache final, faz-nos dar a volta ao mosteiro, e ali, longe do olhar de muggles e dos circuitos turísticos, encontramos um beleza tranquila e inesperada.

Finalmente, temos uma visão do mosteiro no seu todo, ao longo dos séculos, como igreja, convento, asilo, prisão, cemitério…

A beleza da Capela do Desterro, faz-nos interrogar o motivo porque não vão até ali as visitas…

Capela do Desterro

Até chegarmos ao local da cache, não encontramos vedações, portões ou cancelas. O acesso parece ser livre, e no entanto…

Parece-nos haver escavações arqueológicas, pedaços de terreno protegidos por plásticos. Escavações abandonadas? Falta de verba para prosseguir?

Logo ao lado, entre as inúmeras criptas do local, uma campa centenária, aberta, revela os restos mortais do seu infeliz ocupante. Este, sem direito a protecção da chuva e do sol, ali está, ao abandono, até que torne ao pó e seja levado pelo vento.

Campa aberta

Não podemos deixar de sentir que estamos a invadir um local proibido, mas como disse antes, nada nos impede de chegar até aqui.

Ficamos com a esperança de que também este espaço seja devidamente arranjado e dado a conhecer ao público. Certamente esses futuros visitantes, turistas, não o verão como o vimos hoje. Quase intocado, proibido, quase fazendo-nos crer que fomos os primeiros a passar por ali, depois do último monge ter partido…

Escadaria

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A Batalha de Pluriel

Encontrámos em 17 de Outubro de 2004. Por Chocolate / 2 comentários »

GCGC2Y, de Rechena. N 39° 39.60? W 008° 49.64?

O regresso à nossa primeira cache e primeiro not found.

Ainda deu luta! Num terreno particularmente espinhoso, com fraca recepção satélite e muito pouco convidativo, parece que acabámos por encontrá-la por milagre!

Mosteiro da Batalha

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A Batalha de Pluriel

Não encontrámos em 20 de Junho de 2004. Por Chocolate / 2 comentários »

GCGC2Y, de Rechena. N 39° 39.60? W 008° 49.64?

Entusiasmados com a descoberta deste novo hobbie que parece ter os ingredientes necessários para se tornar um vício, partimos à descoberta de uma das caches mais perto de casa.

A Batalha de Pluriel, situa-se nas proximidades do Mosteiro da Batalha, numa zona cheia de história e que já conhecíamos muito bem.

D. Nuno Álvares Pereira

Mosteiro da Batalha

A aproximação à cache é um pouco complicada, pois após o estacionamento junto ao Mosteiro, o GPSr parece obrigar-nos a atravessar uma estrada nacional muito movimentada. Optámos, no entanto, pela via segura, dando uma volta um pouco maior.

Já do lado correcto da estrada, a aproximação ao ponto zero não tem grande história.

Entretanto, chegando ao local, as coisas parecem começar a complicar. A vegetação adensa-se, o sinal de satélite enfraquece e parece haver 1001 lugares onde a cache poderia estar.

Alguns minutos depois de iniciarmos a busca, encontramos uma série de papéis e pequenos objectos espalhados pelo chão. “Foi vandalizada”, foi o nosso primeiro pensamento. Afinal não. Tratava-se de uma carteira roubada e ali abandonada. E logo ao lado, o que encontramos? A cache?! Não: outra carteira!

Os minutos vão passando, os lugares a procurar vão escasseando, e da cache nem sinal. Desanimados com este fraco começo de actividade, optamos por desistir desta primeira caçada.

Levámos as carteiras ao posto da GNR da localidade, e para evitar demasiadas explicações, dizemos tê-las encontrado no jardim do Mosteiro.

Ao cair da noite, recebemos um telefonema de agradecimento da proprietária de uma das carteiras. Afinal, a nossa primeira caçada não foi totalmente em vão!

[Actualização: Encontrada em 17.10.2004]