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PX1- Praia da Falca

Encontrámos em 25 de Abril de 2008. Por Chocolate / Sem comentários »

GC15QX7, de papoilix. N 39° 38.88? W 009° 04.25?

A Praia da Falca já era nossa conhecida. Talvez por isso, descurámos o trabalho de casa, e fomos fazer esta cache um pouco de cabeça no ar.

Isto é canja!

Pois, até seria, mas lamentavelmente as coisas começaram a correr mal logo de inicio!

“Lamentavelmente” é uma palavra demasiado forte: a verdade é que nos divertimos bastante.

Estacionámos, inadvertidamente, na praia ao lado, e iniciámos a dolorosa descida para o areal, pelo meio de um matagal, convencidos que depois de tudo aquilo, seria canja!

Uma vez na praia, começámos então a perceber que algo teria falhado… Uma caminhada daquelas não estava de acordo com o grau de dificuldade da cache. Mas já estávamos ali, não faria sentido voltar para trás.

Depois de uma grande caminhada, o GPS parecia apontar para um local promissor. Ao chegarmos perto, demos de caras com um muggle nudista - este não teria a cache com ele, isso é certo.

Precisámos fazer uma longa espera até que o indivíduo abandonasse o local. Para nada. Percebemos depois que a cache não se encontrava ali.

A nossa caminhada continuou. Então, demos conta, finalmente, que nem teria sido preciso descer à praia - a cache está lá em cima. Subimos, subimos, subimos…

Depois da longa caminhada, encontramos a cache. Sem dificuldades.

Voltar ao carro? Pois, ele está mesmo ali, na linha de visão. Mas para lhe chegar, espera-nos uma caminhada de km, em redor de um vale. Auch! Doeu um bocadinho! :D

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São Gião [Nazaré]

Encontrámos em 27 de Julho de 2007. Por Chocolate / Sem comentários »

GC14KWN, de HDV. N 39° 33.82? W 009° 05.37?

Em tempos, considerando a possibilidade de colocar uma cache nossa no concelho da Nazaré, elegemos a zona de S. Gião como a mais apetecível.

Aqui se encontra uma das mais antigas e degradadas igrejas da Península Ibérica. A sua origem e idade não é consensual, sendo apelidada de visigótica (séc. VII) por uns autores e de asturiana (séc. X) por outros. É, no entanto, ponto assente que no século XVIII estaria já abandonada, como o comprovam as memórias paroquiais da freguesia de Famalicão, datadas de 1758:

Junto ás Cazas da dita Quinta está fundada huã Irmida consagrada em louvor de S. Gião, e como esta totalmente se acha demolida e arroinada por sua immemoravel antiguidade, mandou um Dr. Vizitador em Capitulos de vizita se tresladasse o dito Santo pª a Igreja Parochial desta Freguezia, por achar indecente a existencia do dito Santo em Lugar tão improprio, com tão pouca veneração e culto. E por isso se acha agora nesta dª Igreja no Altar do Divino Espirito Santo, aonde o povo o venera, e louva com devoção.

Assim, durante trezentos anos, estas paredes que já estariam de pé quando Portugal era um projecto, estiveram entregues à sua sorte, tendo servido inclusive como curral para guardar gado.

Na década de 60 do século XX, redescobriu-se S. Gião e em 1986 este templo foi classificado como monumento nacional. Esta classificação, não é mais do que algumas letras num papel. A ruína continuou.

Em 2000/2001, (finalmente!) teve inicio um projecto de reabilitação do monumento, consistindo, numa primeira fase, no escoramento do edifício e na aplicação de uma cobertura de protecção.

Igreja de S. Gião

Entretanto, durante o ano de 2006 deveriam ter-se iniciado os trabalhos de restauro da Igreja, estando a sua abertura ao público prevista até ao final de 2007. A promessa não passou do papel e o que resta deste monumento, ali continua, protegido, inacessível e aparentemente esquecido.

Após a visita à área do monumento, esta multi-cache remete-nos para as dunas, quase junto à beira mar, donde conseguimos olhar para a Nazaré sob um novo ponto de vista.

Nazaré desde as dunas

Este é, indiscutivelmente, um local merecedor de uma cache, mas acima de tudo, é um local que mereceria a atenção das entidades responsáveis pela sua preservação!

Paisagem

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D. FUAS (Nazaré)

Não encontrámos em 27 de Junho de 2004. Por Chocolate / Sem comentários »

GCJ97T, de dinkye. N 39° 35.58? W 009° 03.12?

Esta multicache leva-nos a visitar alguns dos mais emblemáticos locais da Nazaré. Infelizmente, não passámos do primeiro!

Já antes tínhamos visitado o monte de S. Brás, pelo que estávamos plenamente conscientes da dificuldade da subida. Apesar de tudo, a beleza do local e a vontade de fazer mais uma cache, são motivos mais que suficientes para pôr os pés a caminho!

Posto de vigia no monte de S. Brás

Chegando ao topo, a paisagem que avistamos é de uma beleza indescritível.

Vista deliciosa

Lamentavelmente, a pequena ermida que se ergue no topo do monte parece encontrar-se meio abandonada e com indícios de algum vandalismo… Mas quem se dá ao trabalho de percorrer um caminho como este apenas com a intenção de destruir?!

Como já conhecíamos o local, assim que recuperámos o fôlego (e dada a dureza da subida, ainda é coisa para uns quinze minutos!), iniciámos a busca daquela que seria a primeira microcache. Em vão.

Nazaré

Descobrimos mais tarde, que o vigilante da Torre retirou a micro do local onde se encontrava por desconfiar do que seria. Desconhecemos se o fez antes ou depois de a termos procurado, mas é certo que enquanto por lá andámos, não tirou os olhos de nós…

Voltaremos noutra altura para terminar esta. Por agora, fica-nos atravessada. :)