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Água Formosa

Encontrámos em 30 de Julho de 2007. Por Chocolate / Sem comentários »

GCZW14, de antalves. N 39° 50.61? W 008° 55.28?

Na imensa vastidão do Pinhal de Leiria, surgem, aqui e ali, alguns pequenos recantos que quebram a monotonia da mata. Geralmente junto a pontos de água, que por muito minúsculos que sejam, têm o condão de transformar a vegetação, e inevitavelmente atrair uma diversidade de fauna que não encontramos habitualmente neste espaço.

A Água Formosa é um destes locais. Trata-se de uma pequena fonte, em plena mata, junto à Vieira de Leiria. Local que conhecemos desde há anos, mas ao qual regressamos agora, mais uma vez, para fazer uma cache!

Água Formosa

Na verdade, esta foi a nossa segunda tentativa. Passámos por cá há alguns meses, na companhia do karakapa, mas não demos com ela. :(

Hoje não nos escapou! Dei por mim a fazer mais ginástica do que tinha previsto, mas esta já andava a incomodar-nos há tempo demais. Aqui tão perto, e “not found”!…

Trepando às arvores

O pior foi descer… :P

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Vale da Felicia (S. Pedro de Muel)

Encontrámos em 3 de Outubro de 2004. Por Chocolate / 1 comentário »

GCKKCN, de olharapo. N 39° 45.38? W 008° 58.78?

Para aqueles que melhor conhecem o Pinhal de Leiria, não é surpresa a escolha do Vale da Ribeira de S. Pedro para colocação de uma cache. Espaço único em toda a Mata, este vale é de uma riqueza paisagística inegável. Desconheço as variedades da flora e da fauna locais, mas não me surpreendia que, também nestes casos, aquele espaço fosse uma pequena surpresa.

Vale dos Pirilampos

Apesar de passarmos na zona inúmeras vezes, por pura preguiça, nunca tínhamos saído do carro para explorar a zona a pé. Soubéssemos nós o que andámos a perder!

Junto à ribeira

Nesta zona, a acção erosiva da pequena ribeira é causadora de um dos mais acentuados relevos do Pinhal, que de outro modo se apresenta bastante plano e previsível.

Ribeira de S. Pedro

Se subitamente, por detrás de um arbusto nos surgisse um elfo, um centauro ou uma pequena fada, íria parecer-nos normal, tal a magia daquele pequeno recanto.

Ribeira de S. Pedro

A cache é relativamente acessível. A força do sinal GPS não é das melhores, dada a cobertura vegetal do local, mas com alguma pequena persistência, chegámos lá!

Gotcha!

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The Bear Treasure

Encontrámos em 20 de Junho de 2004. Por Chocolate / 2 comentários »

GC4B0D, de GreenShades. N 39° 59.51? W 008° 54.88?

O Pinhal de Leiria, é um daqueles lugares mágicos que povoa o nosso imaginário desde a infância. Sendo atravessado por uma generosa rede de estradas, é relativamente fácil conhecê-lo na sua imensa globalidade. Já os seus recantos sombrios, os cursos de água e as árvores notáveis, facilmente escapam a um olhar mais apressado.

Este cache leva-nos ao limite norte desta floresta, na Mata do Urso, junto à praia do Osso da Baleia.

Após o estacionamento do automóvel, temos pela frente uma valente caminhada pelos aceiros da Mata adentro, subindo e descendo as dunas, sempre acompanhados pelo suave sussurrar do mar, ali tão perto…

Pinhal de Leiria

Os aceiros dão lugar ao Pinhal propriamente dito, quando finalmente o GPSr nos incita a penetrar na vegetação. A sombra dos pinheiros vem mesmo a calhar neste quente dia de Junho, e é com agrado que descobrimos este recanto da Mata, onde certamente poucos pés humanos terão pisado antes.

Espalhados pelo chão como se de alcatifa se tratasse, ou cobrindo totalmente algumas árvores, encontramos uma profusão de líquenes, que apenas atestam a antiguidade e confirmam a beleza desta floresta.

Líquenes por todo o lado!

Aqui e ali, numa curva do caminho ou no cimo de um cabeço, o Oceano revela-se-nos, acrescentando mais uma nota de encanto a um local que, já por si, nos parece mágico.

O oceano ao fundo…

Finalmente o nosso objectivo encontra-se a escassos metros. Não foi preciso insistir muito na busca, pois a enorme cache estava mesmo a espreitar-nos. Na verdade, tão poucos olhos humanos verão este local que não devem ser necessárias precauções extra.

A cache, pelo seu tamanho, pelo seu conteúdo e pela informação que disponibiliza, não desaponta. Aliar-lhe um passeio como o que nos ofereceu, é como a cereja no topo do bolo!

No regresso, optamos por tomar o caminho da praia, experimentando uma nova paisagem. Tal como o passeio pelo Pinhal, este revelou-nos também os seus encantos.

GNR a cavalo na Praia do Osso da Baleia