GC186KK, de antalves. N 39° 45.14? W 009° 00.73?
Embora, de tempos a tempos, percorramos a ciclovia de bicicleta, como deve ser, desta vez, com outras caches no programa da tarde, atacámos esta de carro - o owner que nos perdoe!
O observatório da ANOA já nos é conhecido, de outras aventuras, quer estelares quer terrenas.
Atacando de imediato a cache, que julgávamos fácil, depressa percebemos que não ía ser exactamente o que tínhamos em mente.
Com mil e um esconderijos possíveis, um terreno espinhoso e as árvores a dificultarem a recepção, esta revelou-se uma tarefa bem árdua para um dia de calor como o de hoje…
Foi já no último momento, na última tentativa antes de seguirmos para a próxima, que ela lá apareceu. Felizmente o esforço deu os seus frutos.
Feita na companhia do iniciante Talesmith.
GC1C1EE de CampsField & OvisAries. N 39° 45.24? W 008° 58.74?
Depois de alguns meses de ausência, escolhemos uma cache bem perto de casa e sem grande dificuldade para o nosso regresso.
Já conhecíamos a Ponte do P e o gps não seria necessário para chegar até lá.
Uma vez no local, a fraca recepção leva-nos a tentar seguir a intuição e não propriamente o aparelho. Depois de umas subidas e descidas, o local, mais ou menos óbvio, acabou por se revelar!
GC18NHP, de OvisAries & CampsField. N 39° 45.46? W 008° 59.85?
Aqui tão perto e nunca tínhamos ouvido falar de tal coisa!
Independentemente da função original desta estrutura, temos pena que esteja ao abandono. São estes pequenos tesouros que tornam a História um assunto com interesse…
A aproximação à cache, já numa hora tardia, começou por não ser pacífica, mas lá chegámos. Uma vez no local, ainda resistiu durante alguns minutos, muito por culpa do pessoal que parecia atacado por uma grande dose de preguiça.
Feita na companhia do karakapa.
GCZW14, de antalves. N 39° 50.61? W 008° 55.28?
Na imensa vastidão do Pinhal de Leiria, surgem, aqui e ali, alguns pequenos recantos que quebram a monotonia da mata. Geralmente junto a pontos de água, que por muito minúsculos que sejam, têm o condão de transformar a vegetação, e inevitavelmente atrair uma diversidade de fauna que não encontramos habitualmente neste espaço.
A Água Formosa é um destes locais. Trata-se de uma pequena fonte, em plena mata, junto à Vieira de Leiria. Local que conhecemos desde há anos, mas ao qual regressamos agora, mais uma vez, para fazer uma cache!

Na verdade, esta foi a nossa segunda tentativa. Passámos por cá há alguns meses, na companhia do karakapa, mas não demos com ela.
Hoje não nos escapou! Dei por mim a fazer mais ginástica do que tinha previsto, mas esta já andava a incomodar-nos há tempo demais. Aqui tão perto, e “not found”!…

O pior foi descer…
GCKKCN, de olharapo. N 39° 45.38? W 008° 58.78?
Para aqueles que melhor conhecem o Pinhal de Leiria, não é surpresa a escolha do Vale da Ribeira de S. Pedro para colocação de uma cache. Espaço único em toda a Mata, este vale é de uma riqueza paisagística inegável. Desconheço as variedades da flora e da fauna locais, mas não me surpreendia que, também nestes casos, aquele espaço fosse uma pequena surpresa.

Apesar de passarmos na zona inúmeras vezes, por pura preguiça, nunca tínhamos saído do carro para explorar a zona a pé. Soubéssemos nós o que andámos a perder!

Nesta zona, a acção erosiva da pequena ribeira é causadora de um dos mais acentuados relevos do Pinhal, que de outro modo se apresenta bastante plano e previsível.

Se subitamente, por detrás de um arbusto nos surgisse um elfo, um centauro ou uma pequena fada, íria parecer-nos normal, tal a magia daquele pequeno recanto.

A cache é relativamente acessível. A força do sinal GPS não é das melhores, dada a cobertura vegetal do local, mas com alguma pequena persistência, chegámos lá!
