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Pombal do Rei (Marinha Grande)

Encontrámos em 26 de Abril de 2008. Por Chocolate / Sem comentários »

GC18NHP, de OvisAries & CampsField. N 39° 45.46? W 008° 59.85?

Aqui tão perto e nunca tínhamos ouvido falar de tal coisa!

Independentemente da função original desta estrutura, temos pena que esteja ao abandono. São estes pequenos tesouros que tornam a História um assunto com interesse…

A aproximação à cache, já numa hora tardia, começou por não ser pacífica, mas lá chegámos. Uma vez no local, ainda resistiu durante alguns minutos, muito por culpa do pessoal que parecia atacado por uma grande dose de preguiça. :D

Feita na companhia do karakapa.

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Osso da Baleia Murder Mistery 87-07 [Pombal]

Encontrámos em 6 de Agosto de 2007. Por Chocolate / Sem comentários »

GC14XD1, de HDV. N 40° 00.12? W 008° 54.78?

Aproveitando um final de tarde sem demasiado calor, regressamos à Praia do Osso da Baleia: o local onde encontrámos a nossa primeira cache (The Bear Treasure), já lá vão quatro anos!

Gostámos de ver que, apesar de remota, a praia está com francos sinais de desenvolvimento. A acessibilidade para todos é o caminho do futuro, e nesse aspecto, o Osso da Baleia já deu alguns passos em frente!

Osso da Baleia

A cache, remete-nos para um trágico acontecimento que aquelas areias testemunharam há alguns anos, mas uma vez que na página oficial nada é dito sobre o assunto, também aqui não o faremos.

Quanto à busca, demorou menos que um minuto! Extremamente acessível, foi chegar e agarrar! O forte vento que se fazia sentir na altura, ajudou certamente a afastar os muggles, que apesar de presentes se mantinham distantes.

A cache

Como não somos amantes de praia, e o vento não ajudava à festa, a nossa visita ao Osso da Baleia ficou por aqui.

Osso da Baleia

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The Bear Treasure

Encontrámos em 20 de Junho de 2004. Por Chocolate / 2 comentários »

GC4B0D, de GreenShades. N 39° 59.51? W 008° 54.88?

O Pinhal de Leiria, é um daqueles lugares mágicos que povoa o nosso imaginário desde a infância. Sendo atravessado por uma generosa rede de estradas, é relativamente fácil conhecê-lo na sua imensa globalidade. Já os seus recantos sombrios, os cursos de água e as árvores notáveis, facilmente escapam a um olhar mais apressado.

Este cache leva-nos ao limite norte desta floresta, na Mata do Urso, junto à praia do Osso da Baleia.

Após o estacionamento do automóvel, temos pela frente uma valente caminhada pelos aceiros da Mata adentro, subindo e descendo as dunas, sempre acompanhados pelo suave sussurrar do mar, ali tão perto…

Pinhal de Leiria

Os aceiros dão lugar ao Pinhal propriamente dito, quando finalmente o GPSr nos incita a penetrar na vegetação. A sombra dos pinheiros vem mesmo a calhar neste quente dia de Junho, e é com agrado que descobrimos este recanto da Mata, onde certamente poucos pés humanos terão pisado antes.

Espalhados pelo chão como se de alcatifa se tratasse, ou cobrindo totalmente algumas árvores, encontramos uma profusão de líquenes, que apenas atestam a antiguidade e confirmam a beleza desta floresta.

Líquenes por todo o lado!

Aqui e ali, numa curva do caminho ou no cimo de um cabeço, o Oceano revela-se-nos, acrescentando mais uma nota de encanto a um local que, já por si, nos parece mágico.

O oceano ao fundo…

Finalmente o nosso objectivo encontra-se a escassos metros. Não foi preciso insistir muito na busca, pois a enorme cache estava mesmo a espreitar-nos. Na verdade, tão poucos olhos humanos verão este local que não devem ser necessárias precauções extra.

A cache, pelo seu tamanho, pelo seu conteúdo e pela informação que disponibiliza, não desaponta. Aliar-lhe um passeio como o que nos ofereceu, é como a cereja no topo do bolo!

No regresso, optamos por tomar o caminho da praia, experimentando uma nova paisagem. Tal como o passeio pelo Pinhal, este revelou-nos também os seus encantos.

GNR a cavalo na Praia do Osso da Baleia