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Colado

Encontrámos em 30 de Setembro de 2008. Por Chocolate / Sem comentários »

GC1BTGG, de ramiles. N 41° 45.16? W 006° 33.75?

Tal como em Rio de Onor, aqui encontramos um exemplo do que se pode conseguir se dois povos diferentes conseguirem dar as mãos em vez de virarem as costas!!

Uma simpática praia fluvial, luso-espanhola, a que optámos por chegar de carro, já um pouco cansados das anteriores aventuras por Quintanilha!

A cache foi encontrada sem problemas (entretanto já conhecemos o método do ramiles!)…

Este deve ser um óptimo local para passar alguns dias no calor do Verão.

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Barrocal

Encontrámos em 30 de Setembro de 2008. Por Chocolate / Sem comentários »

GC1BV85, de ramiles. N 41° 44.53? W 006° 34.24?

Que curiosa vista se vislumbra deste local. O português IP4 termina abruptamente após atravessar a fronteira, como se do outro lado, vá-se lá perceber, não haja dinheiro para continuar a estrada! :D

A caminho da cache, meia dúzia de pachorrentos cães pastores barraram-nos o caminho. Não foi fácil tirá-los do caminho. Se pensam que isso é mau, nem queiram saber do regresso: desta feita era todo um rebanho de ovelhas que empatava a estrada! :P

Quanto à busca, foi mais demorada do que prevíamos, mas fez-se!

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Senhora da Ribeira (Quintanilha, Bragança)

Encontrámos em 30 de Setembro de 2008. Por Chocolate / Sem comentários »

GC1BT6H, de ramiles. N 41° 44.05? W 006° 34.57?

A Senhora da Ribeira oferece-nos a visita a uma singela igreja junto à povoação de Quintanilha. Trata-se de uma cache fácil e, por isso, sem grande história para contar.

Depois de feita ainda fomos visitar o velho posto fronteiriço, ali perto. Apesar de serem agora desnecessárias, aquelas instalações mereciam melhor sorte…

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Sabor de Maçãs

Encontrámos em 30 de Setembro de 2008. Por Chocolate / Sem comentários »

GC1BR0J, de ramiles. N 41° 45.01? W 006° 34.09?

Foi com espírito de aventura que atacámos esta cache. Depois de um almoço rápido à sombra da velha Igreja Matriz de Quintanilha, partimos à descoberta do Rio Maçãs.

Apesar de estarmos no Outono, o percurso da aldeia até à localização da primeira micro, ainda se apresenta bastante florido e com muitos insectos a zumbir à beira do caminho. Um espectáculo para os fotógrafos interessados no tema! :)

Junto ao rio, iniciamos a busca da micro: não foi fácil. As localizações possíveis são inúmeras. A persistência, uma vez mais, deu os seus frutos e ela acabou por aparecer!

A caminho da localização final, a paisagem continua a surpreender. Agora, à sombra de velhos castanheiros, nogueiras e da íngreme encosta ali ao lado, lá vamos calcorreando o caminho à beira-rio, à beira-fronteira.

Os moinhos de água, abandonados mas recuperados dão excelentes pontos de paragem para descanso de alguns minutos.

Apenas a presença do IP4 a cruzar a paisagem, consegue estragar o sossego e a calma que esta caminhada nos oferece.

Surpresa: ainda há ribeiros de águas transparentes no nosso país!

A cache final apareceu sem dificuldades. Ali perto, o que parece ser uma mina abandonada atraiu a nossa atenção mas, um ou dois metros para lá da entrada, alguma autoridade zelosa optou por mandar selar a galeria com uma parede de tijolo. Talvez seja melhor assim!