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PC13 – Sem Comentários II… [S. Pedro de Moel]

Encontrámos em 26 de Abril de 2008. Por Chocolate / Sem comentários »

GC19CK8, de PCrovax & Smoony. N 39° 45.28? W 009° 01.86?

São Pedro de Moel dispensa apresentações ou comentários!

Já conheciamos o local, e foi na companhia do karakapa que fizémos esta cache, já de noite, com a luz do farol a iluminar a distância.

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TP50 – Farol do Penedo da Saudade [S. Pedro Moel]

Encontrámos em 12 de Agosto de 2007. Por Chocolate / 1 comentário »

GC14VQY, de touperdido. 39° 45.85? W 009° 01.81?

Depois da primeira tentativa não ter corrido muito bem, voltámos hoje a esta cache do Farol do Penedo da Saudade.

Entusiasmados com a facilidade da descoberta da Praia da Concha, dirigimo-nos ao ponto zero com confiança, mas alguma apreensão…

Afinal de contas, ainda o GPS não tinha apanhado o sinal, e já tínhamos a cache não mão. Possivelmente, aquando da primeira tentativa, estaríamos a dormir! :)

Farol do Penedo da Saudade

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TP53 – Praia da Concha [S. Pedro de Moel]

Encontrámos em 12 de Agosto de 2007. Por Chocolate / 1 comentário »

GC151ZM, de touperdido. N 39° 46.07? W 009° 01.78?

A nossa costa é rica em pequenos recantos de uma beleza invulgar, que facilmente nos passa despercebida, quer porque estão alguns metros desviados da nossa rota, ou porque os temos como certos, não lhe dispensado a atenção que merecem.

A Praia da Concha, em São Pedro de Moel, é um local que conhecemos desde sempre. Apesar da praia, só por si, não nos atrair, o encanto das suas arribas sempre nos seduziu.

Praia da Concha

Esta cache, levou essa atracção pelas rochas um pouco mais longe, obrigando-nos a percorrê-las até ao limite.

Junto ao precipício

A dificuldade acaba por ser mais psicológica do que real, e em poucos minutos encontrámos esta cache!

Praia da Concha

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As Serpentes de Pinho [Marinha Grande]

Colocámos em 11 de Agosto de 2007. Por Chocolate / 3 comentários »

GC152GE, de Baunilha & Chocolate. N 39° 46.894 W 009° 00.989

Esta cache irá levá-lo a um pequeno recanto do Pinhal de Leiria, junto à praia de S. Pedro de Moel, onde por acção dos agressivos ventos marítimos, os pinheiros rastejam e se enrolam, como serpentes… de pinho.

Enquanto pesquisávamos a informação necessária para apresentar esta cache, fomo-nos apercebendo da verdadeira importância destas árvores, e da paixão que vêm evocando desde há décadas. Porque outros o souberam dizer melhor do que nós nos atreveríamos sequer a tentar, aqui vos deixamos as suas palavras.

Esses pinheiros, pioneiros do litoral, formando os “batalhões”, são a guarda avançada, os sacrificados (…), a bem dos seus irmãos já distantes do mar. A sua missão consiste na segurança das areias e poderão vir a dar lenhas, resinas, peças para carroçarias, mas nunca se deverão abater senão em pequenas parcelas, em cortes à Masson (cortes rasos em pequenas superfícies, máximo um hectare), como os que se praticaram no Pinhal de Leiria, com bons resultados, mas estes mesmos a um mínimo de 500 m. da linha das marés.

Engº Arala Pinto, chefe da circunscrição florestal do Pinhal de Leiria entre 1927 e 1957

Pinheiro serpente

Aos Pinheiros das Dunas
O que a vida fez
de vocês,
velhos pinheiros da minha infância,
árvores de ânsia!…
O que a crueza de mil invernos,
as tormentas todas esguedelhadas
de vendavais
de inferno,
fizeram desses corpos de tortura
e de aflição,
- que tanto ansiais
por fugir desse chão!
Em pequeno metieis-me medo;
minha Mãe ria e dizia – Medroso! -
Que querem? Vocês faziam-me nervoso;
e só muito mais tarde, meus amigos,
deixei de vos olhar como a perigos,
como a cobras de horror.
Só mais tarde entendi vosso segredo
e compreendi a trágica beleza
da vossa dor!
Ó marinheiros pinheiros,
gageiros da tempestade!
Náufragos arrojados
à duna! Cristos pregados
na areia que vos tem crucificados:
- fazieis-me dor e saudade,
a saudade de mim, a mais cruel,
meus pinheiros de Moel!
A saudade do tempo
em que vos eu temia,
porque, inocente, ainda não sabia,
Ó trágico-marítimos!,
que sofreis e suais
e morreis de guardar
a floresta que vive e reverdece
e cresce
à sombra desse lento agonizar.
O que a vida fez
de vocês,
velhos amigos da minha infância
que eu amo como avós.
Como tudo vai longe na distância…
Amigos, o que a vida faz de nós!…

Afonso Lopes Vieira, poeta

Pinheiro serpente

Estas palavras foram escritas no tempo dos nossos avós. Hoje, a maioria dos pinheiros rastejantes desapareceram. Como linha avançada de protecção da floresta, estas árvores não têm uma vida fácil! Por acção do fogo e do homem – arrancadas e cortadas aos bocados para “embelezar” jardins, poucas sobreviveram o tempo suficiente para que hoje as possamos admirar.

Quanto aos que restam, apesar de protegidos por decreto lei, não deverão sobreviver até ao tempo dos nossos netos… Pedimo-vos que os admirem com o respeito que merecem!

Pinheiros rastejantes

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TP50 – Farol do Penedo da Saudade [S. Pedro Moel]

Não encontrámos em 5 de Agosto de 2007. Por Chocolate / 2 comentários »

GC14VQY, de touperdido. 39° 45.85? W 009° 01.81?

Por ser o farol mais próximo, há muito que conhecemos o local a que nos leva esta cache. Na verdade, já antes logámos um found de uma locationless com base neste farol: Lighthouses of the World.

Farol do Penedo da Saudade

Por ser uma zona turística, habitualmente repleta de muggles, chegámos cedo ao local, numa manhã algo invernosa para um dia de Agosto.

Chegando ao ponto zero, depressa percebemos que o que julgáramos tratar-se de uma cache rápida, iria requerer um pouco mais do nosso tempo do que inicialmente prevíramos!

Talvez pela inesperada dificuldade, desmoralizámos um pouco e depressa acabámos por desistir da busca.

Chorão africano

Voltaremos, certamente!

[Actualização: Encontrada em 12.08.2007]